Sejam Bem-vindos ao portal do Laboratório Didático de Ciências da E.E.F.M. Manuel Sátiro!!!

O portal do LDC apresenta um conteúdo dinâmico e interativo. Participe do nosso portal. Sua presença e opinião são fundamentais para o nosso sucesso.

quarta-feira, 30 de dezembro de 2009

A Escola Manuel Sátiro deseja a todos um...

Formigas enviam mensagens químicas


Formigas adultas produzem dois compostos químicos que funcionam, literalmente, como sinais de vida ou de morte para suas companheiras da colônia





Sabe-se que as formigas têm perfeita consciência de obrigações e afazeres, sendo um deles, por exemplo, o transporte de companheiras mortas para fora da colônia antes que seus restos mortais infectem o local com seus patógenos. Mas como as formigas responsáveis por essa tarefa conseguem diferenciar entre formigas mortas e vivas?

Alguns pesquisadores acreditam que as formigas são capazes de detectar a quebra de ligações químicas de substâncias encontradas nos corpos em decomposição. Mas um novo estudo, publicado em 4 de maio na edição online da Proceedings of the National Academy of Sciences USA, mostra que o mecanismo é exatamente o oposto: enquanto estão vivas, as formigas produzem substâncias químicas que indicam seus sinais vitais e, ao morrerem, essas substâncias desaparecem rapidamente. Em outras palavras, as formigas mortas são identificadas pela ausência de sinais de vida ─ uma espécie de pulsação química não mais sentida ─ e não pela presença de sinais de morte.

por John Matson

terça-feira, 8 de dezembro de 2009

Notícias biológicas

Estudo abre frente para produção de hormônios tireoidianos sintéticos

04/12/09

Novos ligantes poderiam ser usados no controle da obesidade e do colesterol

Um trabalho de modelagem computacional por dinâmica molecular, conduzido no Instituto de Química (IQ) da Unicamp pelo pós-doutorando Leandro Martínez, desvendou o motivo pelo qual o Triac, um hormônio da tireóide, liga-se preferencialmente a uma proteína no fígado, que está associada ao controle do metabolismo de gorduras e colesterol. O estudo explica, de modo inovador e inusitado, o mecanismo de seletividade de um hormônio por diferentes variedades de proteínas que se ligam a ele no organismo. Coordenada no IQ pelo professor Munir Skaf, a pesquisa abre uma importante frente de estudos para a compreensão das bases moleculares de seletividade de hormônios em receptores nucleares e para o desenvolvimento de novos ligantes (hormônios tireoidianos sintéticos), objetivando aplicações farmacêuticas, entre as quais a do controle do colesterol e da obesidade.

As pesquisas tiveram início em 2002, quando Martínez ainda fazia sua iniciação científica no Laboratório Nacional de Luz Síncrotron (LNLS), sob a orientação do professor Polikarpov, especialista em cristalografia de proteínas. Martínez percebeu que seria interessante estudar as proteínas de interesse do grupo, os receptores de hormônios, utilizando técnicas computacionais, chamadas de simulação por dinâmica molecular. Esta técnica estuda os movimentos de cada átomo das proteínas e dos hormônios e tem a capacidade de mostrar detalhes dessa dinâmica, importantes para a função. O mestrado e o doutorado também foram direcionados no sentido de alavancar ainda mais as pesquisas utilizando essas técnicas. No pós-doutorado, Martínez optou por pesquisar duas variedades destas proteínas: os receptores alfa e a beta do hormônio tireoidiano – que possuem pequenas diferenças, mas funções distintas no organismo.

A proteína alfa é abundante nos tecidos cardíacos e está envolvida na regulação da frequência cardíaca. A proteína beta é encontrada em maior abundância no fígado e está associada ao metabolismo de gorduras e colesterol. Martínez explicou que o interesse da indústria farmacêutica é conseguir desenvolver um ligante capaz de ativar com mais intensidade a variedade beta – um ligante beta-seletivo –, uma vez que com sua utilização seria possível emagrecer e baixar o colesterol, por exemplo, sem causar danos ao decorrentes da administração de hormônios tireoidianos naturais.

Já existe um ligante natural pouco abundante, chamado Triac, utilizado farmaceuticamente por ter menos efeitos colaterais que o hormônio tireoidiano principal. E esse foi o ponto de partida para a pesquisa, que buscou entender como o ligante natural se associava às proteínas alfa e beta. Os estudos funcionais mostravam que o Triac era ligeiramente beta-seletivo, mas estruturas cristalográficas obtidas pelo professor Ricardo Aparicio, também do IQ da Unicamp, durante pós-doutorado no grupo do professor Polikarpov, mostravam que o ligante natural se associava mais fortemente à proteína alfa e, dessa maneira, criou-se um paradoxo.

Para explicar melhor, Martínez recorreu a uma analogia utilizando, como exemplos, a e a . Em geral, disse ele, quando existe uma molécula que se liga melhor a uma proteína do que a outra, a determinação da estrutura cristalográfica resolve o problema. Basta olhar para a estrutura proteica e os seus contatos com a molécula. “Se você tem uma chave que abre duas portas, mas ela é melhor para abrir uma delas, em geral é porque cada buraquinho da fechadura tem um dente correspondente na chave. Portanto, a chave abre melhor uma delas porque o encaixe é perfeito. Geralmente é o que mostra uma estrutura cristalográfica”, afirmou.

Aparicio detalhou que a cristalografia é uma técnica poderosa utilizada para determinar a estrutura tridimensional das moléculas, como se fosse uma “” que dá informações detalhadas sobre as posições dos átomos. Apesar dessa informação ser muito valiosa, ainda é uma visão estática, não sendo possível saber, de fato, o que pode acontecer em solução. “Quando olhávamos para a “fotografia” da estrutura do Triac ligado ao receptor, era possível enxergar que ele estava mais bem ancorado no sítio ativo da isoforma alfa. No entanto, em solução, por outras técnicas, era possível observar a preferência do Triac pela isoforma beta”, disse.

Martínez disse que no trabalho computacional, outros componentes de um sistema real puderam ser acrescidos. Foi colocada água em volta dessa estrutura para ver como o solvente interagia com a proteína. A partir desse momento eles deixaram de olhar uma imagem estática e conseguiram ver um filme, observando como a água interage com a proteína e de como o ligante se movimenta. “Foi dessa maneira que conseguimos resolver o paradoxo”, afirmou.

Usando esse “filme” da proteína e hormônio em movimento, cálculos quantitativos de todas as interações do hormônio puderam ser feitos. “Conseguimos fazer cálculos que outras técnicas não permitem”, assegurou Martínez. Ele calculou, por exemplo, qual a força da interação do ligante com as proteínas alfa e beta. A partir da trajetória da simulação de dinâmica molecular, o resultado concordava com a estrutura cristalográfica, de que a maior força estava na ligação com a proteína alfa. “O paradoxo prosseguia”, admitiu.

Novo cálculo

Ele partiu, então, para um novo cálculo desse ligante com todo o ambiente (proteína, água, íons) nas isoformas alfa e beta. Na presença de todos os componentes, a diferença de interação desaparecia, atenuando a contradição observada na estrutura cristalográfica. A inclusão da água no cálculo fazia a diferença desaparecer. Portanto, a água que estava em volta da proteína tinha um papel compensador dessa diferença de interação paradoxal que aparecia na estrutura cristalográfica. “Foi possível observar nesse filme detalhes das interações e a estrutura alfa tinha o ligante fortemente associado à proteína. Já na estrutura beta, o ligante não estava tão fortemente associado à proteína, mas dentro desse sítio de ligação entrava água, que interagia com o ligante lá dentro”, atestou o pós-doutorando.

Voltando à analogia, Skaf esclareceu que a fechadura da isoforma beta era um pouco maior e estava repleta de lubrificante. Portanto, a eficiência dessa chave nessa fechadura é maior por conta do solvente. Em contrapartida, a fechadura da isoforma alfa, que possuía um encaixe perfeito, não tinha lubrificante, e isso foi determinante. “Em termos um pouco mais precisos, a afinidade da proteína do ligante é uma medida da energia livre e tem duas componentes: uma entálpica (das interações) e outra entrópica (dos movimentos). A interação com a estrutura beta é mais favorável devido à maior mobilidade do ligante dentro da proteína”, explicou o coordenador da pesquisa.

Aparicio ressaltou ainda que quando se determina a estrutura de uma proteína por cristalografia, tudo o que estiver conectado nessa proteína dentro do cristal pode aparecer ligado a ela, em particular, água. “É muito comum aparecerem moléculas de água em estruturas cristalográficas porque normalmente as proteínas são cristalizadas em meio aquoso. E, não raro, a água desempenha um papel importante no mecanismo de ação de enzimas, por exemplo. Ainda assim, numa primeira análise, muitas vezes damos mais atenção às ligações entre os átomos da proteína e os átomos do ligante. Ademais, nem sempre todas as águas são vistas por cristalografia”, observou o professor do IQ, que ressaltou que apenas olhando para as “fotografias”, jamais teria sido possível solucionar o paradoxo. Para ele, era necessário fazer o filme.

Martínez comentou que, após a simulação computacional, eles voltaram para a estrutura cristalográfica e notaram que ela já sugeria a explicação final, porque a cavidade de ligação da estrutura beta era maior e poderia permitir a entrada de água. Skaf ressaltou a importância do trabalho do pós-doutorando dizendo que ele ainda descobriu a razão molecular desta diferença. Trata-se de um determinado aminoácido que tinha cadeias laterais de tamanhos diferentes. Isso sugeriu um experimento bastante interessante: a troca desse aminoácido da cavidade da variedade beta para a alfa deveria reverter a seletividade do ligante. A hipótese foi confirmada experimentalmente.

Essa é uma técnica chamada de mutagênese sítio-dirigida. Não é um experimento computacional. De acordo com Aparicio, alterações de DNA feitas in vitro permitiram estudar as proteínas mutantes sugeridas por Leandro. “A hipótese foi confirmada, e nossas hipóteses só têm valor se forem comprovadas experimentalmente. E é essa nossa função, explicar o mundo real. E nós temos uma poderosa para explicar esses fenômenos”, garantiu Skaf.

Este trabalho, realizado em parceria com o Instituto de Física da USP de São Carlos, com a Faculdade de Ciências da Saúde da Universidade de Brasília (UnB) e com o Methodist Hospital de Houston, no Texas (EUA), é parte integrante do Projeto Temático “Biofísica estrutural dos receptores e proteínas relacionadas”, financiado pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp) e coordenado pelo professor Igor Polikarpov, da USP/São Carlos, e teve como pivô dos trabalhos experimentais o ex-aluno de doutorado de Polikarpov e atual professor da UFABC Alessandro Nascimento.

PNAS destaca pesquisa

Dada a relevância da pesquisa, o trabalho foi publicado na norte-americana Proceedings of the National Academy of Sciences (PNAS), um dos principais periódicos de divulgação científica. O objetivo, de acordo com os autores, é atingir um público maior. O fenômeno é novo para essa área específica, garante Skaf, mas o que está por trás dessa causa entrópica é muito comum e abundante. Os pesquisadores consideram que o aspecto mais inovador do trabalho é de interesse geral porque se consegue mostrar no caso de uma proteína específica um fenômeno que “sugere toda uma nova maneira de pensar o desenvolvimento de novas moléculas, não só para essa proteína em particular, e uma nova maneira de olhar para a estrutura cristalográfica. Portanto, sugere também uma nova maneira de pensar o desenvolvimento de novos fármacos a partir de uma estrutura cristalográfica”.

Fonte: http://www.unicamp.br/unicamp/unicamp_hoje/ju/novembro2009/ju449_pag03.php

Autor(a)/Créditos: Jornal da Unicamp JEVERSON BARBIERI

Atividade Prática: Analisando uma flor de angiospermas

Nome da prática: Analisando uma flor de angiospermas

Objetivo: analisar a estrutura de uma flor de angiospermas.

Material necessário:
  • duas flores de hibisco;
  • cinco folhas brancas de papel;
  • pinça;
  • estilete;
  • fita adesiva;
  • lupa de mão.
Procedimento experimental:
  1. Observe a flor inteira. identifique as partes dela (cálice, corola, androceu e gineceu). Conte o número de pétalas e sépalas. Anote todas essas informações em uma folha de papel. Verifique também se a flor tem perfume e anote. Nessa mesma folha prenda a flor com fita adesiva, sem o pedúnculo.
  2. Com o auxílio de gilete, estilete ou pinça separe as partes da outra flor. Comece pela parte mais externa. Prenda o cálice e a corola abertos com a fita adesiva, em folhas de papel separadas, e identifique as partes.
  3. Sacuda o estame. Veja se cai algum pozinho. Separe o pozinho em uma folha de papel e depois observe ao microscópio. Cole o estame em uma folha de papel e identifique as partes dele.
  4. Corte a parte dianteira do gineceu utilizando o estilete. Com o auxílio da lupa, identifique o que existe no interior dele. Em outra folha de papel desenhe o que você observou. Depois prenda o gineceu na folha de papel e identifique as partes dele.
  5. Em outra folha de papel anote as funções de cada parte da flor.

sábado, 17 de outubro de 2009

Ano Internacional da Astronomia 2009


Banner Oficial do Ano Internacional da Astronomia

O surgimento da ciência se confunde com o surgimento das religiões, onde o grande propósito é o de responder a principal dúvida da humanidade: Qual a origem do Universo?

Ainda na Antiguidade o homem começou a observar os fenômenos da natureza e associá-los aos corpos celestes. Descobriu assim qual era a melhor época para o plantio, quantos dias tem um ano, além de tentar prever o futuro. Alguns registros astronômicos datam de 3000 a.C.

Por volta de 700 a.C, os chineses criaram um calendário com 365 dias, e apresentaram informações sobre cometas, meteoros, meteoritos e estrelas.
Porém, foi na Grécia Antiga que a ciência teve um grande salto.

Tales de Mileto associou a astronomia aos seus conhecimentos em geometria, por volta do século VI a.C..
Aristóteles foi o primeiro a dar explicações sobre os eclipses e sobre o movimento dos corpos celestes. Afirmou ainda que a Terra era uma esfera e que o universo também era esférico.
Mais tarde, Aristarco de Samos (388-315 a.C), propôs o primeiro modelo heliocêntrico, afirmando que a Terra se movia ao redor do Sol.
A ideia do heliocentrismo só voltou a ser discutida em 1453, da era cristã, por Nicolau Copérnico. Ele foi o primeiro a afirmar que a Terra era um, entre seis planetas que giravam em torno do Sol, em órbitas circulares, assim como foi o primeiro a medir a distância entre os planetas e o Sol, através da referência Terra-Sol.
Ainda no século XVI, surgiu outro grande nome da astronomia, Tycho Brahe (1546-1601) que, através de observações com instrumentos astronômicos, construídos por ele mesmo, reafirmou o heliocentrismo. Tycho foi o último astrônomo observacional antes da criação do telescópio.

No ano de 1609, Galileu Galilei (1564-1642) usou uma luneta, construída por ele mesmo, para fazer observações astronômicas, e através dessas observações mostrou evidências de que a Terra girava em torno do Sol.

O ano de 1609 foi o grande marco da astronomia moderna. A utilização do telescópio, para fins astronômicos, inspirou cientistas como Johanes Kepler, que, através de cálculos matemáticos, reformou radicalmente os modelos de Galileu e de Copérnico.

Isaac Newton estabeleceu a lei da Gravitação Universal, que explicava por que os corpos, na superfície da Terra, caiam e porque a Lua se movia ao redor da Terra.
Em 1668, Newton construiu o primeiro telescópio refletor, com um espelho esférico no lugar de uma lente, como era usado no telescópio construído por Galileu.

O ano de 2009 comemora os 400 anos das observações feitas por Galileu, com o primeiro telescópio astronômico. Batizado como o Ano Internacional da Astronomia, 2009 será um ano de grandes eventos voltados para a história dessa ciência que tanto contribuiu e contribui para a evolução tecnológica que estamos vivendo.
O Ano Internacional da Astronomia vem com o propósito de informar e integrar a sociedade com a ciência através de vários eventos em todo o mundo.

Fonte: Brasil Escola

Aerodinâmica

Introdução

A aerodinâmica estuda a atuação de forças sobre os objetos no ar que os envolve. As forças aerodinâmicas atuam sobre qualquer objeto que se desloca no ar. Aviões, barcos, automóveis, qualquer que seja o móvel que se desloque no ar sofre a ação de forças aerodinâmicas. Os engenheiros se baseiam nos princípios da aerodinâmica para construir, por exemplo, os aviões.

A construção dos primeiros aviões foi possível mediante o conhecimento e estudo dos princípios da aerodinâmica. Hoje a indústria aeronáutica produz qualquer tipo de aeronave com base nesses princípios, mas eles não se aplicam somente a aviões. Os arquitetos também utilizam os princípios da aerodinâmica para projetar e construir pontes e edifícios, pois para construí-los leva-se em conta a força do ar que atua sobre eles.

Os princípios da aerodinâmica se aplicam também na indústria automobilística e na construção de objetos que se locomovem por meios que não sejam o ar, como por exemplo, os submarinos, ou seja, os princípios da aerodinâmica se aplicam também aos fluidos que não seja o ar. Desenhistas e engenheiros da indústria automobilística utilizam os princípios e buscam cada vez mais aperfeiçoar o desempenho dos automóveis.

Aerofólios


Aerofólio Traseiro

Em carros esportivos, como os de fórmula 1, os engenheiros utilizam muito os princípios da aerodinâmica para fazer com que o carro consiga ter ao mesmo tempo estabilidade e bom desempenho nas pistas, tanto nas retas quanto nas curvas. Por esses carros serem muito velozes, eles são projetados para reduzir a resistência do ar e aumentar a força vertical descendente gerada pela carroceria e seus anexos, fazendo com que eles fiquem realmente “grudados” no chão. Para tanto eles utilizam os aerofólios, as placas externas, difusores e defletores laterais como medida para reduzir a resistência do ar.

O Aerofólio é um equipamento que é projetado para diminuir as turbulências do ar. Hoje esses equipamentos são muito utilizados nos carros de passeio. Alguns deles já saem de fábrica com esse equipamento, em outros casos são colocados fora da fábrica, o que segundo especialistas na área automotiva, pode gerar aumento no consumo do automóvel. Na maioria das vezes só serve para estética mesmo, pois não tem influência significativa sobre o desempenho do veículo.

Os aerofólios funcionam baseados nos mesmos princípios de funcionamento das asas de um avião. A única diferença é que as asas do avião dão sustentação, enquanto nos carros, mais precisamente nos de fórmula 1,eles proporcionam uma força vertical descendente que segura o carro no solo.

O funcionamento desse equipamento é uma aplicação da equação de Bernoulli. Essa equação fala da diferença de pressões do ar, fazendo com que o avião tenha sustentação e os carros fiquem grudados no chão. No caso do avião, por exemplo, a pressão do ar que passa sobre as suas asas é menor do que a pressão do ar que passa na parte debaixo, criando assim uma força de baixo para cima, sustentando o avião.


Fonte: Brasil Escola

A Eficácia do Riso

Ao escutar uma piada, daquelas que nos fazem disparar a rir, são produzidos na boca uma série de sons vocálicos que duram de 1/16 segundos e repetem a cada 1/15 segundo. Enquanto os sons são emitidos, o ar sai dos pulmões a mais de 100 Km/h.

Uma gargalhada provoca aceleração dos batimentos cardíacos, elevação da pressão arterial e dilatação das pupilas.

Os adultos riem em média 20 vezes por dia, e as crianças até dez vezes mais. Rir é um aspecto tão inerente à existência humana que esquecemos como são interessantes esses ataques repentinos de alegria.

Por que as pessoas riem quando escutam uma piada? Segundo o escritor húngaro Arthur Kostler (1905-1983), o riso é um reflexo de luxo, que não possui utilidade biológica.

Entretanto a Natureza não investe em algo inútil, acredita-se que o impulso de rir possa ter contribuído para a sobrevivência no decurso da evolução.

A gelotologia que pesquisa sobre o riso, aponta que esta é a mais antiga forma de comunicação.

Os centros da linguagem estão situados no córtex mais recente, e o riso origina-se de uma parte mais antiga do cérebro, responsável pelas emoções como o medo e a alegria. Razão pela qual o riso escapa ao controle consciente. Não se pode dar uma boa gargalhada atendendo a um comando, muito menos é possível reprimi-la.

O riso pode apresentar um aspecto físico, cognitivo e emocional. Acontecimento este que não reduz o senso de humor a uma única região do cérebro.

Rir, achar algo engraçado, é um processo complexo, que requer várias etapas do pensamento.



Fonte: Brasil Escola (http://www.brasilescola.com/curiosidades/a-eficacia-riso.htm).

terça-feira, 11 de agosto de 2009

Física: Buracos Negros

Buracos negros

Corpos de densidade tão alta que aprisionam até a luz

Carlos Alberto Campagner*
Especial para a Página 3 Pedagogia & Comunicação
Reprodução

Representação de um buraco negro em expansão

O geólogo inglês John Michell (1724-1793), professor da Universidade de Cambridge, escreveu em 1783 um artigo onde postulava a idéia de que poderia haver uma estrela com uma densidade tão alta que sua gravidade poderia aprisionar a luz.

Na verdade, o físico e matemático francês Pierre-Simon Laplace (1749-1827) incluiu nas duas primeiras edições do seu livro "O sistema do mundo", uma idéia igual a essa, mas acabou por retirá-la nas outras edições.

Em 1928, o físico indiano Subrahmanyan Chandrasekhar (1910-1995), ganhador do Prêmio Nobel, chegou a calcular a massa de uma estrela que não poderia se sustentar contra a sua própria gravidade, obtendo como resultado uma massa de 1,5 vezes a do nosso Sol.

Densidade infinita

Para estrelas com massa superior à crítica, ou ela perderia parte da sua massa ou entrariam em colapso até atingir uma densidade infinita, tornando-se assim um buraco negro.

Aliás, o nome Buraco Negro foi adotado pela primeira vez pelo cientista americano John Wheeler, em 1969, portanto quase duzentos anos depois das idéias pioneiras de Michell e Laplace.

Em 1939, J. Robert Oppenheimer (sim, "o pai da bomba atômica") estudou o comportamento de estrelas com massa superior à crítica. Mas, estes trabalhos só foram redescobertos por volta de 1960 com a ampliação do poder de observação astronômica.

Velocidade de escape

Com a atração gravitacional dos corpos celestes (estrelas, planetas, satélites, etc.) existe uma velocidade mínima de escape para que um corpo consiga vencer a força gravitacional e ganhar o espaço.

Na Terra esta velocidade é de 11,2 km/s (aproximadamente 40320 km/h), na Lua é de 8568 km/h. Estes cálculos levam em conta as forças gravitacionais.

Um buraco negro seria, então, um corpo que teria uma velocidade de escape superior à velocidade da luz (aproximadamente 300.000 km/s ou aproximadamente 1.080.000.000 km/h).

O diâmetro do Sol é de aproximadamente 1.400.000 km e se tornaria um buraco negro desde que seu diâmetro diminuísse para cerca de 6 km e mantivesse sua massa que é de 2 x 1030 kg.

Como se detecta um buraco negro?

Mas se o buraco negro não emite nem luz como se pode detectá-lo? Como são corpos com altíssima força gravitacional, os buracos negros podem ser detectados a partir de sua influência em outros corpos adjacentes.

Por exemplo, foram detectados buracos negros em sistemas binários (duas estrelas) em que uma delas entrou em colapso. A grande influência da companheira "desaparecida" na irmã é enorme, provocando uma grande mudança na sua trajetória.

O buraco negro de Schwarzschild

Em 1916, o astrônomo alemão Karl Schwarzschild conseguiu ajustar a Teoria da Relatividade aos buracos negros, partindo de uma séria de hipóteses que hoje já foram confirmadas.

Como a Teoria da Relatividade leva em conta espaço e tempo juntos imagine quão complicadas ficariam as equações dentro de um corpo de densidade praticamente infinita e as alterações em relação ao tempo.

Teoricamente podem existir buracos negros de todos os tamanhos, desde os de centros de galáxias até os atômicos.

*Carlos Alberto Campagner é engenheiro mecânico, com mestrado em mecânica, professor de pós-graduação e consultor de informática.

FONTE:http://educacao.uol.com.br/fisica/ult1700u52.jhtm

segunda-feira, 10 de agosto de 2009

Informe-se sobre a Influenza A

INFLUENZA A (H1N1)

Influenza A (H1N1) é uma doença respiratória causada pelo vírus A. Devido a mutações no vírus e transmissão de pessoa a pessoa, principalmente por meio de tosse, espirro ou de secreções respiratórias de pessoas infectadas, o Ministério da Saúde traz um série de recomendações.

A ) Aos viajantes que se destinam às áreas afetadas:
• Usar máscaras cirúrgicas descartáveis durante toda a permanência em áreas afetadas.
Substituir as máscaras sempre que necessário.
• Ao tossir ou espirrar, cobrir o nariz e a boca com um lenço, preferencialmente descartável.
• Evitar locais com aglomeração de pessoas.
• Evitar o contato direto com pessoas doentes.
• Não compartilhar alimentos, copos, toalhas e objetos de uso pessoal.
• Evitar tocar olhos, nariz ou boca.
• Lavar as mãos frequentemente com água e sabão, especialmente depois de tossir ou espirrar.
• Em caso de adoecimento, procurar assistência médica e informar história de contato com doentes
e roteiro de viagens recentes às áreas afetadas.
• Não usar medicamentos sem orientação médica.
B ) Aos viajantes procedentes de áreas afetadas:
Viajantes procedentes, nos últimos 10 dias, de áreas com casos confirmados de influenza A (H1N1)
em humanos e que apresentem febre alta repentina, superior a 38ºC, acompanhada de tosse
e/ou dores de cabeça, musculares e nas articulações, devem:
• Procurar assistência médica na unidade de saúde mais próxima.
• Informar ao profissional de saúde o seu roteiro de viagem.
Para informações adicionais sobre medidas preventivas estabelecidas pelas autoridades de saúde das áreas afetadas, acesse:
INFLUENZA A (H1N1)
Outras informações:
Organização Pan-americana de Saúde (em espanhol)
http://new.paho.org/hq/index.php?lang=es
Organização Mundial da Saúde (em inglês)
http://www.who.int/csr/disease/swineflu/en/index.html

FONTE: Ministério da Saúde/Portal Saúde

sábado, 27 de junho de 2009

Meio Ambiente

Da matéria plástica à orgânica
Fungo original das matas brasileiras é capaz de retirar nutrientes de polímeros sintéticos, mostra estudo

Um dos grandes inimigos do ambiente, o plástico vem se mostrando de difícil controle. Até agora, as formas de descartá-lo — incineração, depósito no solo e mesmo a reciclagem (pelo consumo de água e energia) — são poluentes. Uma opção ecológica para dar fim a esse material pode ser a biodegradação.

Um tipo de fungo original das matas brasileiras, o Pleurotus sp, é capaz de retirar nutrientes dos polímeros sintéticos (PET), transformando em matéria orgânica o que era plástico. É o que aponta estudo realizado por Kethlen Rose Inácio da Silva, com orientação de Lucia Regina Durrant, na Faculdade de Engenharia de Alimentos da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp).

Os melhores resultados foram obtidos pela ação de fungos que cresceram em condições muito semelhantes ao seu hábitat natural, isto é, em materiais sólidos sem contato ou quase nenhum contato com água (fermentação semi-sólida).

“Utilizamos uma metodologia pioneira que possibilitou a identificação das condições mais apropriadas ao estudo pelo teste de diversas variáveis, como temperatura, pH e nutrientes”, explica Silva. O próximo passo da pesquisa é otimizar as variáveis influentes na biodegradação, focando-se na fermentação semi-sólida.

O estudo surgiu da necessidade urgente de conter o impacto do plástico no meio ambiente. Só no município de São Paulo, o plástico é o segundo elemento mais encontrado no lixo, correspondendo a 23% do peso total dos resíduos encaminhados para o aterro sanitário, uma parcela muito significativa considerando que é um material extremamente leve.

Silva ressalta que a melhor forma de remediar a situação é racionar o uso. “A biodegradação dos plásticos é importante no cenário atual, mas ainda é uma ação emergencial, pois não atinge a origem do problema: o uso excessivo do material”, alerta a cientista.

FONTE:http://cienciahoje.uol.com.br/147343

quinta-feira, 25 de junho de 2009

Curiosidades Físicas!

Por que os gatos se machucam mais quando caem do primeiro piso do que ao cair do 2º ou do 3º piso?

É bem conhecido dos veterinários que a queda dos gatos tem piores conseqüências quando acontecem do primeiro piso do que do 2º ou 3º. A explicação é a seguinte: quando o gato nota a aceleração de queda, adota uma postura encolhida com as patas estiradas, o que lhe permite, ao chegar ao solo, amortecer o efeito do impacto. Se a queda ocorre desde o primeiro piso, o gato não tem tempo de adotar a mencionada postura.

Parece lógico pensar que a partir da altura em que o gato pode adotar a postura defensiva, quanto maior seja altura maior serão as conseqüências do choque. Surpreendentemente não é assim. Os danos produzidos pela queda aumentam com a altura até um certo ponto, a partir do qual se produz uma diminuição dos danos. A curiosa explicação é a seguinte:

O gato adota uma postura defensiva só quando nota a aceleração de queda. Quando ele alcança a velocidade limite (Força peso = Força de resistência do ar), deixa de haver aceleração e o gato relaxa sua postura que por ser menos encolhida, oferece maior superfície de contato com o ar. Este aumento de superfície traz consigo uma maior resistência do ar freiando a queda e conseguindo uma velocidade limite menor.

FONTE:www.saladefisica.cjb.net

segunda-feira, 1 de junho de 2009

Mata Atlântica

Más notícias para a mata atlântica
Novo levantamento mostra que ritmo do desmatamento não diminuiu, apesar de lei de proteção


Trecho de mata atlântica em Paraty (RJ). Esse é um dos biomas mais ameaçados do mundo e hoje ocupa apenas 7,9% do seu território original, segundo levantamento realizado pela SOS Mata Atlântica e pelo Inpe (foto: Glauco Umbelino / Flickr).

A aprovação em 2006 da Lei da Mata Atlântica, que regulamenta o uso e proteção da floresta, foi incapaz de proteger o mais devastado bioma brasileiro. Estatísticas divulgadas ontem mostram que, entre 2005 e 2008, foram derrubados 102.938 hectares (ha) da mata — área pouco menor que a do município do Rio de Janeiro.

A média de desmatamento permanece próxima à dos cinco anos anteriores (34.965 ha/ano). O ritmo da devastação se mantém em dez dos 17 estados brasileiros onde a floresta ocorre — Minas Gerais lidera o ranking do desmatamento.

Os dados são do Atlas dos remanescentes florestais da mata atlântica, divulgado pela fundação SOS Mata Atlântica em parceria com o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe). Em relação ao levantamento anterior — relativo ao período de 2000 a 2005 —, a maior mudança foi motivada pela diminuição do território de mata atlântica reconhecido legalmente. “Essa mudança excluiu principalmente os limites da mata com o cerrado”, explica Marcia Hirota, coordenadora do Atlas pela fundação.

A nova edição do levantamento mostra que, da área original da mata atlântica, apenas 7,91% da cobertura nativa ainda estão preservados, se considerados apenas fragmentos com mais de 100 hectares. Mas a área de mata nativa pula para 11,41% se forem levados em conta fragmentos menores, com entre 3 e 100 ha. Esse valor é muito próximo do índice ao qual chegara um estudo da Universidade de São Paulo (USP) divulgado em abril deste ano.

No entanto, os números do Atlas são bastante diferentes dos dados oficiais anunciados pelo governo, segundo os quais haveria 27% de mata atlântica nativa preservada. Segundo o coordenador técnico do estudo pelo Inpe, Flávio Ponzoni, essas discrepâncias se devem a diferenças metodológicas. “Não há como comparar [esses números]”, afirma o engenheiro florestal.

Campeões do desmatamento

Minas Gerais lidera o ranking do desmatamento da mata atlântica: o estado desmatou 32.728 ha do bioma nos últimos anos (rerpodução / Atlas de Remanescentes Florestais da Mata Atlântica — clique no mapa para ampliá-lo).

Segundo o Atlas, Minas Gerais e Santa Catarina foram os estados que mais desmataram. A situação em Minas — que já era líder no levantamento anterior — se deve principalmente à exploração de carvão, atuação das siderurgias no estado, além da agropecuária e da especulação imobiliária. Já o destaque negativo para Santa Catarina é atribuído à revogação da Lei da Mata Atlântica e à implementação de um novo código ambiental estadual.

Na apresentação dos novos dados à imprensa, os pesquisadores da SOS Mata Atlântica afirmaram que uma maior fiscalização e controle da floresta por parte do governo diminuiria o ritmo contínuo de devastação. No entanto, como grande parte do que resta do bioma está em propriedades particulares, os esforços também devem se voltar para essas áreas.

“Tudo depende do incentivo que esses particulares têm para manter a cobertura florestal ou ampliá-la”, pondera Flávio Ponzoni. “Têm tramitado no congresso algumas leis que procuram incentivar a manutenção da cobertura florestal mediante a isenção de impostos, mas não sei qual é a eficácia delas nesse sentido.”

A última edição do Atlas traz o mapeamento de 93% do território ocupado pela mata atlântica — sete estados não foram incluídos no levantamento. “Os trabalhos nesses outros estados estão em curso, inclusive no Piauí, onde o mapeamento jamais foi realizado”, afirma Hirota.

Fonte: Ciência Hoje on-line

sexta-feira, 29 de maio de 2009

Curiosidades!!!!!

Porque soluçamos?

O soluço é resultado de uma contração involuntária do diafragma, um fino músculo que separa o tórax do abdômen e que, juntamente com os músculos intercostais externos, é responsável pelo controle da respiração. Seus movimentos de contração e relaxamento permitem que inspiremos e expiremos o ar e são controlados pelo nervo frênico, situado logo acima do estômago. Os incômodos do soluço surgem a partir de uma irritação do nervo frênico, cujas causas podem ser diversas (distensão gástrica pela ingestão de bebidas com gás, deglutição de ar ou alimentação em grande volume; mudanças súbitas da temperatura de alimentos ingeridos; modificações da temperatura corporal, como sauna seguida de ducha gelada; ingestão de bebidas alcoólicas; ou até mesmo gargalhadas). Quando ele fica ou sensibilizado, envia uma mensagem para o diafragma se contrair, o que dispara o soluço.

O característico barulhinho "hic, hic" surge quando ocorre fechamento súbito da glote (abertura superior da laringe, onde se localizam as cordas vocais), produzindo vibração nas cordas vocais.


Fonte: www.sobiologia.com.br

Informações sobre a gripe A "Gripe Suína"

Para entender a gripe A
Virologista da Fiocruz explica em podcast como surgiu a nova variante do vírus que preocupa o mundo



O virologista Fernando Motta, pesquisador da Fiocruz.

O que faz com que uma simples gripe se torne uma ameaça mundial? Esta é a pergunta que norteia o nosso podcast desta semana, com o virologista Fernando Motta, da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). Ele mostra como surgiu o vírus responsável pela chamada gripe suína e explica por que as autoridades de saúde em todo o mundo estão apreensivas com o avanço da doença.

Em entrevista a Mariana Ferraz, o virologista esclarece dúvidas sobre a natureza e a origem do vírus responsável pelo surto de gripe que ganhou grande destaque na imprensa nas últimas semanas. Motta explica que se trata de uma nova variante do vírus da influenza A de subtipo H1N1, surgida a partir do rearranjo de sequências genéticas de vírus que afetam porcos, aves e humanos.

Por enquanto, a mortalidade e morbidade associadas à gripe A (H1N1) não são diferentes das verificadas na gripe corriqueira. Mas é difícil prever como evoluirá esse quadro, justamente por se tratar de uma variante viral totalmente nova. Vem daí a preocupação dos pesquisadores, pois o vírus da gripe tem alta taxa de mutação e um genoma muito segmentado, o que favorece o surgimento de novas cepas e dificulta a produção de vacinas.

Motta falou também ao Estúdio CH sobre seu trabalho no Laboratório de Vírus Respiratórios e do Sarampo do Instituto Oswaldo Cruz, responsável pela análise genômica dos vírus da nova gripe identificados no Rio de Janeiro e em outros estados.

Fonte:Ciência Hoje On-line

domingo, 15 de fevereiro de 2009

CURIOSIDADES QUÍMICAS

Qual é o composto com o cheiro mais desagradável que existe?



Muitos compostos de enxofre com baixo peso molecular produzem reações adversas nas pessoas, mesmo se elas nunca tiveram contato com estes compostos antes, como as emissões do gambá (n-butiltiol).

O ácido butanóico faz lembrar o cheiro de vômito e putricina (1,4-butanodiamina) e cadaverina (1,5-pentanodiamina) lembram a carne podre.

Por que as pipocas estouram?

A "explosão" de um grão de pipoca quando aquecido é o resultado da combinação de 3 características:

1. O interior do grão (endosperma) contém, além do amido, cerca de 14% de água.
2. O endosperma é um excelente condutor de calor.
3. O exterior do grão (pericarpo) apresenta grande resistência mecânica e raramente possui falhas (rachaduras).

Quando aquecido intensamente, a água no endosperma sofre vaporização, criando uma grande pressão dentro do grão. O pericarpo atua como uma panela de pressão, evitando a saída do vapor de água até que uma certa pressão limite seja atingida. Neste ponto, ocorrem duas coisas: o grão explode, com som característico (pop!) e o amido do endosperma incha abruptamente, criando aquela textura macia.

Hummm... bateu uma vontade de comer pipoca!!!

Fonte: Revista QMC Web www.qmcweb.org